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Tempos cinzentos

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Certas coisas teimam em ficar acinzentadas, é como se todas as ações conspirassem em desfavor do sujeito
Criam-se desavenças paranoicas, que dissociam qualquer chance de concórdia
A hostilidade faz conchavo com o fantasma da dúvida
São tempos difíceis, tempos de critiquice
Vençamos a maledicência
E busquemos o amor, a fluidez, os tempos áureos
Cultivemos a naturalidade das boas conversas
Do abraço fraterno, da meiguice de menino
Lutemos para sermos sempre luz
E que nossos ideais sejam sempre progressistas
Desconexos
Recheados de ternura
Simplificados
Sempre e sempre
Fim.

Autor: Gustavo Rugila

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