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Aquela saudade, daqueles olhos…

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Vivendo diariamente dentro das minhas limitações, de um mundinho tão artificial;

Buscando as vivas lembranças do meu tênue passado

Parecia que ali minha felicidade era eterna, e não existiam possibilidades de fracasso.

Você me abandonou, partiu meu coração em pequeninos pedaços

Hoje vivo na sombra desse amor, ou melhor dizendo, vivo apenas as lembranças do nosso amor;

Aquelas loucuras de adolescente, papelzinho, fica comigo?

Aquelas playlists malucas, de bandas que eu não conhecia, aquele seu cheiro que me embriagava

E sua pele alva, as nossas comilanças exacerbadas, de sonho de valsa, e aquelas gomas azedinhas, éramos praticamente sócios da Fini…

Mas, agora o que sobrou foi a saudade, a vontade de comer rocambole salgado

O desejo de te pegar nas mãos, e perguntar onde eu errei?

O que sobra agora meu Deus, é aquela vontade de ouvir Los Hermanos, pensando nas viagens de cento e poucos quilômetros…

O que me resta agora é a lembrança… eu não estava preparado para ter você…

E ao te perder, eu acabei me desencontrando, só restaram os meus caquinhos, tão pequenininhos, que nunca os encontrei…

Pelo sim ou pelo não, te quero bem, seja feliz, não importa com quem for…

A vida é engraçada, as vezes toda embaraçada, me deixou sem você; são tantos anos sem contato, e agora só me resta os retratos de um velho hd, de tempos que existiam eu e você.

Agora, a única coisa que restou é saudade…

Saudade com tristeza, de saber que nunca mais vai existir eu e você.

Fim!

Autor: Gustavo Rugila

3 Responses to " Aquela saudade, daqueles olhos… "

  1. Danielle Vinhoto disse:

    Parabéns 👏👏
    Você escreveu muito bem ,você escreveu o que acontece na Realidade de hoje muitos so dão valor quando perde.!
    Continue assim escrevendo excelentes história ,ficou perfeito.

  2. Karen Amorim disse:

    Meuuu, to sem palavras para esse texto mais que maravilhoso 😻 parabéns Gustavo, você é incrível ♥️♥️

  3. Isolda disse:

    Um texto simples e singelo, consegui até imaginar cada detalhe, viajar entre essa euforia de sentimentos que vai do vazio, a perda e o amor. Infelizmente no momento não consigo me expressar. Gostei, simplesmente sensível.

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